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Posição do governo cubano acerca do assassino ataque sionista contra o povo palestino.


Declaração do Ministério das Relações Exteriores de Cuba

O Ministério das Relações Exteriores de Cuba acompanha com grande preocupação a nova escalada de violência e morte que as ações das forças armadas de Israel estão provocando na Faixa de Gaza.

Uma vez mais, Israel faz valer sua superioridade técnica e militar para reprimir de forma brutal a população palestina, causando vítimas civis inocentes, assim como enormes danos materiais que agravam as já precárias condições de vida da população desse pequeno e isolado território.

Diante desta nova agressão contra o povo palestino, Cuba reitera sua mais enérgica condenação e chama a comunidade internacional a tomar, com urgência, todas as medidas necessárias para frear este crime.

O Ministério das Relações Exteriores ratifica o mais firme respaldo à justa causa do povo palestino e seus direitos inalienáveis, que incluem a criação de um Estado independente, com Jerusalém Oriental como capital.

Fonte e Tradução: Blog Solidários

Cuba alfabetiza na Austrália!

Omar Pérez Salomón - Blog la pupila insomne.- A partir de um acordo subscrito no ano de 2010entre autoridades cubanas e a Prefeitura da cidade espanhola de Sevilha, foi aplicado o programacubano de alfabetização Yo sí Puedo, tendo em conta que, segundo dados publicados no sítio “YoSí Puedo Sevilha”, na Espanha, existem mais de 2 milhões de analfabetos. 

 

Outros exemplos da colaboração cubana com países industrializados podem ser apreciadosatravés dos médicos cubanos que prestam serviços em Portugal, os estudantes norte-americanosque estudam medicina na Escola Latino-americana de Medicina em Cuba e a alfabetização deaborígenes australianos através do método desenvolvido por pedagogos da ilha.


A Austrália ocupa a segunda posição entre 187 países em desenvolvimento humano, precedidapela Noruega, segundo o informe de 2011 da ONU, com indicadores que o situam com umdesenvolvimento humano muito alto. O gasto em educação é de 4,5% do PIB. Sem dúvida, entre50% e 60% da população aborígene deste país são analfabetos funcionais, especialmente os quevivem em áreas remotas, expressou recentemente o representante da Comissão Campanha para aAlfabetização Adulta, Jack Beetson.

Pela localidade de Wilcannia, situada a 965 quilômetros ao noroeste de Sidney, começou a aplicação do método cubano. A região possui 700 habitantes, a maioria deles aborígenes, onde 60% da população está sem trabalho e se registra pobreza, vandalismo, violência doméstica e alcoolismo.

O projeto conta com o apoio do governo australiano, da Universidade New England e do Conselho local de Wilcannia de Terras Aborígenes, e se valoriza levá-lo para outras comunidades indígenas.

Me pregunto o que dirão os inimigos da Revolução cubana e os meios de comunicação a serviçodo imperialismo sobre estas realizações concretas. A política editorial dos grandes meios dedifusão do mundo proíbe divulgar e até mencionar as conquistas da Revolução cubana. Nãoimporta que tenha que ocultar informação, mentir e desinformar à opinião pública; contam para issocom o total apoio do império norte-americano, a oligarquia e a direita intelectual de vários países.

Não convêm que se conheça que Cuba, que sistematicamente é acusada de violar os direitoshumanos e censurar a livre expressão de seus cidadãos, possui sistemas de educação e saúdeque são referentes para países desenvolvidos e subdesenvolvidos. O mais contraditório é que seacusa uma nação que colabora com dezenas de países para melhorar a saúde dos seus povos eensinar a ler e escrever aos mais de 700 milhões de iletrados que existem em todo o mundo.

A pequena ilha do Caribe, bloqueada e atacada por mais de 50 anos, colabora na alfabetização de cidadãos do segundo país com mais desenvolvido humano do planeta. Isso somente pode ser explicado o modelo de desenvolvimento socialista que edifica o povo cubano, onde as possibilidades de receber educação, cultura e saúde são para todos os seus habitantes, sem discriminação por sua origem étnico nem disponibilidade de recursos econômicos.

Fonte: Blog Solidários

Delegação de sindicatos cubanos expressa solidaried​ade à Síria e seu direito de resolver seus problemas sem interferên​cia externa


Damasco-SANA

A delegação sindical cubana em  visita à Síria, expressou  a solidariedade do povo cubano com o povo e os trabalhadores sírios frente a conspiração e a manipuladora campanha da mídia em que está submetida a Síria  e registrou, também, a repulsa às tentativas de intervenção externa nos assuntos internos da Síria.

O secretário de relações internacionais da Central Única dos Trabalhadores de Cuba e presidente da delegação Raymundo Navarro Fernandez durante uma reunião realizada na segunda-feira, dia 9 de janeiro, com vários membros do Executivo da Federação Geral dos Sindicatos da Síria, afirmou  que a visita da delegação é uma expressão de apoio do povo cubano e seus sindicatos para com o  povo sírio e seus trabalhadores, na sua luta contra as forças do imperialismo e do sionismo, especialmente nas atuais circunstâncias que atravessa a Síria, enfatizando  que o povo sírio tem o direito de resolver seus próprios problemas internos, longe de qualquer intervenção externa.

Fernandez acrescentou que o que  une os dois países são os laços históricos de amizade profunda entre os povos da Síria e  de Cuba, citando o apoio do povo sírio ao  povo cubano,  que tem sofrido décadas de pressões e sanções econômicas e o  bloqueio comercial imposto pelos Estados Unidos.

O Presidente da delegação cubana explicou que há uma grande distância entre o que alguns estão tratando de transmitir da Síria e aquilo  que estamos vendo e percebendo na realidade, no dia a dia do povo sírio. Está é uma tentativa de internacionalizar os problemas locais, a fim de justificar a intervenção estrangeiros.

Yamil Kasaswat, Elías Sulaiman

Fonte: PCB 

Investimentos no setor cubano da construção promovem avanço social

Havana,13 jan (Prensa Latina) O Ministério cubano da Construção manterá em 2011 um plano de investimentos para contribuir a que o país conte com mais recursos para os programas sociais e o desenvolvimento de outros setores econômicos.

Enrique Madrigal, diretor de Investimentos dessa carteira, explicou que as principais se concentram no ramo do cimento, tendo suas empresas a responsabilidade de produzir esse importante recurso, de grande demanda por uma população imersa na construção de moradias com esforço próprio.

Também serão instaladas na província de Artemisa duas novas plantas: uma de produção de cal e outra para a elaboração de aglomerantes, indicou Madrigal.

Explicou que incluem investimentos para aumentar a produção de azulejos, arenosos, tijolos e elementos pré-fabricados com o propósito de dar resposta fundamentalmente aos investimentos turísticos nos cayos (ilhotas) ao Norte do país e às demandas da população.

Paralelamente, concluíram os estudos de factibilidade e se encontram em fase de aprovação a reabilitação de uma planta de feldspato de potássio e outra de caulim ,informou o servidor público.

Ambas estão destinadas à garantia estável dessas matérias primas que se utilizam basicamente na produção de artigos porcelana para sanitários, e em menor proporção na produção de elementos para lajotas, assinalou Madrigal.

Para este ano foi aprovado investimento em três novas fábricas de tijoloa, as quais terão a peculiaridade de ser móveis, indicou o servidor público, citado pelo diário Granma.

Na atividade construtiva e de produção de materiais - adiantou - se iniciarão investimentos importantes destinadas ao reparo de equipamentos tecnológicos e não tecnológicos, bem como também das embarcações da Empresa de Obras Marítimas.

Também se adquirirão, como parte do processo de investimento, novas equipes para garantir a execução dos principais programas que desenvolve o país, fundamentalmente nas grandes obras industriais, o programa hidráulico e o turismo, apontou.

Todas essas ações e produções vão contribuir a que o país conte com mais recursos, com o objetivo de satisfazer os programas sociais e o desenvolvimento de outros setores econômicos, sentenciou Madrigal

Fonte: Prensalatina

Destacam contribuição de educadores cubanos em província angolana

Benguela, Angola, 14 nov (Prensa Latina) Cuba contribui hoje com cresces à formação de educandos nesta província como parte da cooperação com Angola, afirmou aqui um servidor público desse setor.

  O diretor de Educação em Benguela, Nelson da Concepção, disse a Imprensa Latina que um grupo de colaboradores cubanos trabalham neste território, com mais de dois milhões de habitantes, em assessoria pedagógica e como professores em diversos níveis de ensino, incluída a universitária.

Com emoção manifestou que graças a docentes cubanos ele, como centos de angoleños, pôde se instruir e cursar em Cuba inclusive o ensino superior, na que se graduou na especialidad em Educação (área de Física e Astronomia).

Da Concepção afirmou que em Benguela, 425 quilômetros ao sul de Luanda, existem centros educativos primários, tecnológicos e prestigiosas universidades como a Universidade Katyavala Bwila, a Lusíada e a Católica.

A prioridade fundamental no ramo de educação aqui é realizar maiores investimentos para aumentar as capacidades e criar escolas, de forma tal que se garanta nenhum menino ou jovem fique sem se educar, como um direito de todo ser humano, avaliou.
 
Fonte: Prensa Latina

Chávez agradece a Cuba por ajuda com método educativo

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, destacou hoje a ajuda do governo cubano com o método educativo "Eu posso sim" [Yo sí puedo], ao cumprir-se o VI Aniversário da declaração da Venezuela como território livre de analfabetismo.

Durante uma chamada telefônica com os promotores do Grande Pólo Patriótico, reunidos no Teatro Teresa Carreño, o mandatário saudou "esse milhão e meio de compatriotas que aprenderam a ler e escrever, alguns com 80 anos e mais".

Chávez congratulou "Cuba Revolucionária, que pôs a nossa disposição seu método Yo sí puedo e toda a experiência de Fidel Castro e do povo cubano. Obrigado, Cuba; Obrigado, Fidel, neste aniversário".


Em torno disso, expressou que a Missão Robinson, também em seu sexto aniversário hoje, é "um exemplo do que se pode conseguir quando se assume coletivamente qualquer tarefa, por mais difícil que seja".

Recordou que, há seis anos, a Venezuela foi declarada território livre de analfabetismo pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), devido à aplicação da Missão Robinson, que chegou aos lugares mais recônditos do país para oferecer a possibilidade de aprender a ler e escrever a pessoas que no passado não tiveram esta oportunidade.

Entre outras coisas, este programa contribui com a capacitação integral e presta apoio às iniciativas socioprodutivas dos estudantes, sem importar idade, sexo nem procedência. Inclui indígenas, reclusos, afrodescendentes, pessoas deslocadas forçosamente de suas terras, integrantes da Missão Negra Hipólita e pessoas com necessidades especiais. 
Fonte: Solidários